Mais intervenção estatal à vista: distribuição de camisinha “grátis”

O Estado escolhendo o que é melhor para o indivíduo.

É esse tipo de  leis, que os nossos legisladores passam tanto tempo em Brasília para elaborar – e não só em Brasília, basta pegar os projetos dos nossos Excelentíssimos Vereadores em Sampa City para ver o tempo gasto criando dias da “mãe negra solteira”, ou mudando nomes de rua -, claro, quando sobra tempo depois de envolverem-se nos diversos escândalos de corrupção, tentarem legislar para causas próprias – como livra-los ou aos iguais da cadeia -, ou quando de fato estão lá….

Ps.: foi banida do dicionário politicamente correto a palavra doença também?


Por Ricardo Bordin

A Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados aprovou substitutivo ao Projeto de Lei 74/15, que obriga as casas noturnas a distribuir preservativos e folhetos informativos sobre doenças sexualmente transmissíveis, em especial a Aids.

O substitutivo aprovado, da deputada Laura Carneiro (PMDB-RJ), alterou o projeto original em três pontos: substituiu a expressão “doenças sexualmente transmissíveis” por “infecções sexualmente transmissíveis”; determinou a “disponibilização“ e não a “distribuição” de preservativos para manter o direito do indivíduo de aceitá-los ou não; e estendeu a obrigatoriedade para motéis, hotéis e pousadas.

No caso das casas noturnas, a obrigatoriedade se aplica, conforme o projeto, àquelas que cobram ingresso e têm capacidade mínima para 500 pessoas.

A proposta, de autoria do deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS), tramita em caráter conclusivo. Ela ainda será analisada pelas Comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Então vamos a um prognóstico do que irá ocorrer tão logo entre em vigor tão bem intencionada lei: uma vez que os preservativos deverão ser disponibilizados sem qualquer custo, a maioria dos clientes irá fazer questão de recebê-los, ainda que não pretendam utilizá-los, conforme a máxima de que “de graça, até injeção na testa”; o empreendedor irá calcular o acréscimo em seus custos gerado pela medida e imediatamente repassá-los a todos os consumidores – inclusive aqueles que não precisam nem querem o artefato de látex.

E aí temos socializado o custo de prevenir-se contra doenças venéreas. E todos saem perdendo, exatamente como ocorreu na adoção da famigerada meia-entrada (galinha dos ovos de ouro da UNE, detentora do monopólio de emissão das carteiras de estudante e antro do PCdoB), que elevou o preço dos ingressos em eventos culturais, tornando-os proibitivos para a fatia da população não agraciada pelo privilégio instituído em lei – e de pouco valendo para os contemplados.

Este tipo de intervencionismo indevido nas atividades econômicas está se tornando cada vez mais frequente e abrangente – tudo como resultado da orientação ideológica dos congressistas que elaboraram nossa Constituição Federal, a qual concede ao Legislativo este poder de contrabalançar, via regulação estatal, a ganância do empresário ávido por lucro com a “função social” do empreendimento. Daí para um deputado brizolista começar a ditar os rumos das empresas é um pulo.

Não existe almoço grátis, excelentíssimo parlamentar – muito menos camisinha. Resta ao menos o consolo  (com o perdão do trocadilho involuntário) de que o senhor possa fazer fazer uso de uma toda vez que resolver sodomizar o povo brasileiro com suas brilhantes idéias coletivistas…


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Harley-Davidson faz vídeos da Dark Custom com apelo jovem

A Harley Davidson lançou alguns videos com um apelo mais jovem, para tentar atrair esse público. Muito se tem dito sobre a geração de velhinhos e suas HDs, ainda não é o meu caso, que ou param de rodar, ou, bom são velhinhos né…. Fato é que, como negócio, é sempre necessário atrair um público novo, pois, caso contrario, as vendas acabam caindo. Afinal, não dá para ficar trocando de HD todo ano.

– Confira o vídeo da Harley-Davidson Iron 883 da surfista Nina:

– Confira o vídeo da Harley-Davidson Roadster de Renato:

Polícia identifica motoqueiro que andou a 400km/h na Anhanguera

O que leva alguém a pilotar a 400km/h?

Será que a ideia de conseguir fãs no youtube vale colocar a vida de alguém em risco? Nós, de moto, já corremos um risco danado toda vez que colocamos ela para rodar nesse transito caotico das grandes cidades, para que colocar mais fator de risco nessa equação?

Segue o desabafo do Bayer do Old Dog Cycles:


A pessoa que faz isso quer plateia, quer aplausos. Infelizmente, a gente vive em uma sociedade onde muita gente incentiva esse tipo de comportamento. Um like no Facebook, um novo inscrito no YouTube, um comentário positivo é tudo o que a pessoa precisa para se sentir realizada e fazer isso mais vezes.

O mais engraçado é que esse tipo de peripécia geralmente funciona assim: quando o cara faz e nada acontece, está cheio de gente para comentar na internet que ele pilota muito. Quando dá uma merda, o cara é um cabaço.

Essas pessoas precisam botar na cabeça uma coisa: até o Valentino Rossi sofre acidente e cai da moto. Os melhores pilotos do mundo já sofreram acidentes. Vários morreram. Um boçal que faz isso na rua, está simplesmente brincando com a sorte, não importa a habilidade dele. E o pior: está colocando outras pessoas em risco.

Porque quem acha que em caso de acidente de moto só o motociclista se ferra, precisa ver o que acontece quando uma moto a 160km/h se choca contra um carro:

Você tem todo o direito de querer se matar ou de botar a sua vida em risco. Só não tem direito de fazer isso onde possa levar alguém junto com você.

Um comentário de um usuário postado nesse vídeo resume bem a situação:

Aqui o pessoal solta balão, empina pipa com linha de cerol, fura a fila, não paga a quem deve e anda de moto pedindo pra morrer. Daí quer exigir político honesto? Se liga, o país tá como está por causa disso.


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Liberdade de expressão, autonomia para criar os filhos e propriedade privada

Excelente post do Sachsida para o Instituto Liberal:


Por Adolfo Sachsida

Existe um limite para a liberdade de expressão? Existe um limite para a autonomia de um pai decidir como criar seu filho? Existem limites para a propriedade privada?

Nos Estados Unidos, terra da liberdade, a liberdade de expressão é um pilar básico. Lá você tem o direito de protestar no enterro de pessoas que você sequer conhece. Isso efetivamente ocorre. Grupos se reúnem com cartazes para dizer que determinado soldado morreu, pois a América está pecando. Consegue imaginar isso? Enquanto a família chora seu ente querido um monte de pessoas segura cartazes dizendo que ele morreu por culpa de seus pecados. Detalhe, a Suprema Corte decretou que, em acordo com a liberdade de expressão, tais grupos tem direito a esse protesto.

Existe um limite para a autonomia de um pai decidir como criar seu filho? Pais costumam amar seus filhos, será que o Estado tem direito a interferir nessa relação? Será que o Estado tem o direito de obrigar os pais a matricularem seus filhos em escolas, e negar-lhes o direito do ensino domiciliar (homeschooling)? E quando uma mãe decide levar sua filha de 5 anos de idade para uma exposição de arte com pessoas nuas e estimulá-la a tocá-los? E quando um pai decide que, em defesa de sua crença, seu filho não receberá determinado tratamento médico? E um pai que decide deliberadamente matar seu filho, tem esse direito?

Imagine uma prefeitura que pretende construir um novo terminal de ônibus para melhorar o transporte público, será que ela tem o direito de desapropriar propriedades privadas para realizar seu projeto? E quando o dono de uma obra de arte importante decide destruí-la, ele tem esse direito? E quando o dono de um estoque de vacinas decide destruí-las, apenas para ver seus vizinhos morrerem, ele tem esse direito? E o que dizer de alguém que aumenta o preço da gasolina e da água potável logo após furacões, ele tem esse direito?

Peço que reflitam sobre as perguntas acima, verá que seguir princípios (quaisquer sejam eles) apresenta um custo razoável (e as vezes desnecessário) em realidades concretas. Claro que princípios são importantes como uma regra geral, claro que as vezes devemos pagar o preço de nossos princípios,  mesmo que o pagamento seja em sangue. Contudo, é fundamental entender que nossa sociedade é baseada em princípios E magnitudes. Princípios não são absolutos em nossa sociedade, é exatamente por isso que diferenciamos transgressões à regra com base também em sua magnitude. Um ladrão de balas e um ladrão de bancos infringiram o mesmo princípio, mas por óbvio merecem punições distintas. Ao contrário do que alguns argumentam, ser corrupto e desviar 100 milhões de obras públicas NÃO É o mesmo que ser corrupto e furar uma fila de cinema.

Em resumo, se você é daqueles que seguem princípios até o extremo de suas implicações talvez valha a pena refletir um pouco. De maneira alguma digo quem está certo e quem está errado, eu não sei a resposta. Mas o conservadorismo é um guia importante para essas respostas. Ao não se alinhar a princípios absolutos o conservador media cada situação de acordo com suas peculiaridades, creio que isso é uma vantagem (mas claro que posso estar errado).

Vamos agora as minhas respostas (e lembre-se de que não sou o dono da verdade, lembre-se também que como conservador tenho minhas idiossincrasias, mas que as vezes elas estão corretas).

1) Existe um limite para a liberdade de expressão?

Resposta) Sim, devemos ter muito cuidado em termos tolerância com os intolerantes. Devemos ter muito cuidado com quem tenta usar nossos princípios para nos destruir. Regras de tolerância são importantes, mas elas não podem ser usadas para permitir o crescimento  de grupos que pretendem destruir nossa sociedade e modo de vida. Claro que minha resposta levanta riscos, afinal quem irá decidir quem pode e quem não pode ser tolerado? Quem irá decidir o que representa e o que não representa riscos a sociedade? Por exemplo, governos totalitários decidem que a imprensa livre é um risco a sociedade. Sim, não há resposta fácil e isenta de riscos aqui. Exatamente por isso Ronald Reagan afirmava que a liberdade nunca estará segura por mais de uma geração. Cada geração precisa defendê-la.

2) Existe um limite para a autonomia de um pai decidir como criar seu filho? Sim.

2.1) Pais costumam amar seus filhos, será que o Estado tem direito a interferir nessa relação? Sim.

2.2) Será que o Estado tem o direito de obrigar os pais a matricularem seus filhos em escolas, e negar-lhes o direito do ensino domiciliar (homeschooling)? Não.

2.3) E quando uma mãe decide levar sua filha de 5 anos de idade para uma exposição de arte com pessoas nuas e estimulá-la a tocá-los? Sim, ela tem esse direito.

2.4) E quando um pai decide que, em defesa de sua crença, seu filho não receberá determinado tratamento médico? Sim, ele tem esse direito.

2.5) E um pai que decide deliberadamente matar seu filho, tem esse direito? Não.

3) Existem limites para a propriedade privada? Sim.

3.1) Imagine uma prefeitura que pretende construir um novo terminal de ônibus para melhorar o transporte público, será que ela tem o direito de desapropriar propriedades privadas para realizar seu projeto? Sim

3.2) E quando o dono de uma obra de arte importante decide destruí-la, ele tem esse direito? Não

3.3) E quando o dono de um estoque de vacinas decide destruí-las, apenas para ver seus vizinhos morrerem, ele tem esse direito? Não

3.4) E o que dizer de alguém que aumenta o preço da gasolina e da água potável logo após furacões, ele tem esse direito? Sim.


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Distinguished Gentleman’s Ride 2017 – São Paulo

No domingo, 24 de setembro de 2017, dezenas de milhares de motociclistas em centenas de cidades em todo o mundo sentaram-se em suas motocicletas clássicas e de estilo vintage para levantar fundos e conscientização para a saúde masculina, especificamente câncer de próstata e a saúde mental dos homens.

O evento conseguiu levantar US$ 4.810.773,00 e premiou os maiores arrecadadores com relógios, capacetes e motocicletas Triumph.

Essa foi a segunda vez que participei e é ótimo poder contribuir com essa causa!